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Colectivo Glovo nasce em 2016 dirigido por Esther Latorre (Espanha) e Hugo Pereira (Portugal) criando um espaço de criação onde ambos, intérpretes e coreógrafos, desenvolvem em conjunto a sua faceta mais imaginativa.

Com sede na Galiza desde 2019, trabalham na criação tanto para teatros como para espaços não convencionais, visto que um dos seus principais objetivos como companhia é aumentar o alcance das dinâmicas do corpo.

Para Glovo, a sua paixão pela linguagem do movimento leva-o a perseguir a investigação de novas expressões cénicas partindo do próprio corpo sem limites estabelecidos.

Ademais, e paralela a esta faceta criativa, a companhia procura aportar ao tecido artístico presente na comunidade gerando espaços de colaboração com outras agrupações e artistas procurando a aproximação entre o maior número de criadores, intérpretes e mentes-corpo inquietas.

Desde a sua fundação em 2016, Colectivo Glovo percorreu diferentes países como Espanha, Portugal, Itália ou México, entre outros. Com a sua primeira peça M A P A, recebeu diferentes menções em festivais como Corto In Danza (Itália), La Espiral Contemporánea (Santander), assim como o prêmio do público no Certamen Coreográfico Internacional de Solos y Dúos Sólodos En Danza (Ourense) ou o Primeiro Prêmio no Certamen Coreográfico Internacional de Burgos & Nueva York – Bailando con Piedras. 

Participou no circuito Red Acieloabierto 2020 e desde 2018 colabora com a empresa de moda Adolfo Domínguez (Prêmio Nacional de Desenho de Moda 2019).

Esther Latorre

Desde muito jovem, começa a sua formação e paixão pela dança e o movimento. Em 2003, submerge-se no mundo da dança clássica que, num futuro, levar-lhe-á explorar novos âmbitos das artes cénicas. Galega de nascimento completa a sua carreira especializando-se e gradua-se em dança contemporânea no Conservatório Profissional de dança de Lugo, formando parte da que seria a primeira promoção de profissionais da dança contemporânea da Galiza. É também diplomada em Magistério de Educação Física na mesma cidade.

Desde então, trabalhou com companhias como a Jove Companyia de Danza Gerard Collins (Valencia), Moudansa (Valencia), Companhia de Dança do Norte (Portugal), companha Maduixa Teatre (ganhadora com o Premio Max ao Melhor Espectáculo de Rua por “Mulïer”; Premio Moritz Millor Estrena de Carrer 2016; Premio Umore Azoka 2017 (País Vasco) e Premio Artes Escénicas Valencianas del IVC en 2018) ou na coprodução do Centro Coreográfico Galego “E_Migrantas” com direção de Kirenia Martínez.

​Foi também merecedora do primeiro premio no Certame coreográfico Delmar (Valencia) com a peça “Aliquam” (coreografia e interpretação propiás) e ganhadora do Premio a Melhor Intérprete de Dança Contemporânea no 11º concurso de dança Gerard Collins.

Desde 2016 codirige Colectivo Glovo junto a Hugo Pereira.

Hugo Pereira

Natural do Porto, começa a sua formação no Conservatório da JOBRA, onde posteriormente, se gradua em 2015. Recebe diversas formações em dança contemporânea com mestres como: Akram Khan Dance Company, Sagi Gross (GrossDanceCompany, NEDERLANDS), Shirley Esseboom (NEDERLANDS), Víctor Hugo Pontes (NomePropio, PORTUGAL), Inês Negrão (PORTUGAL), Bruno Alexandre (PORTUGAL), Carmela García (Otradanza, ESPANHA), Julia Weh (ALEMANHA), Romulus Neagu (PORTUGAL) …

Integrou o elenco da Companhia de Dança do Norte na produção 2015-2016 “Barulhos Nossos”, e participou em diversos festivais nacionais e internacionais de criação.

Atualmente está imerso no projeto GLOVO no qual, junto a Esther Latorre, desenvolve a sua tarefa como criador e interprete formando parte de diversas redes nacionais e internacionais de dança. Destaca a sua colaboração junto a Adolfo Domínguez (Premio Nacional de Moda 2019) com Esther Latorre.

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